Antes de dividir, você precisa saber o que realmente é seu.

Nem tudo entra automaticamente na partilha. Regime de bens, origem do patrimônio, momento da aquisição e documentos podem mudar o que é dividido, e o que pode ficar de fora.

Atendimento pela área de Direito das Famílias · São Paulo e Santo André
01

Imóveis:

antes e durante o casamento

02

Empresa:

quotas, crescimento e participação

03

Investimentos:

aportes, origem e titularidade

As perguntas que aparecem primeiro

O medo quase sempre começa com uma conta simples demais.

“Vou perder metade de tudo?” é uma pergunta compreensível. Mas, antes de respondê-la, é preciso saber exatamente o que é esse “tudo”.

01

Quais são os bens que vão entrar na partilha?

02

Como fica a minha empresa no divórcio?

03

Meu imóvel financiado não entra? Nem terminei de pagar ainda

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Será que não estou perdendo aceitando esse acordo?

Um imóvel financiado, um veículo, investimentos ou dívidas já demandam um cuidado especial com o seu caso.

A virada de percepção

“Metade de tudo” quase nunca é uma explicação suficiente. E, em muitos casos, é mentira.

No divórcio, não basta olhar para o que está no nome de cada um. É preciso entender qual regime de bens se aplica, de onde veio o patrimônio, quando ele foi adquirido e o que pode ser comprovado.

O que realmente define a partilha

A partilha não é uma conta.É o cruzamento de quatro fatores.

O regime de bens é apenas o ponto de partida. Para compreender o que realmente pode entrar na divisão, é preciso reconstruir a história de cada bem e o que pode ser demonstrado.

01

Regime de bens

Qual regra patrimonial se aplica à relação?

02

Origem do patrimônio

De onde veio o bem ou o recurso usado para adquiri-lo?

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Momento da aquisição

Quando e em qual contexto o patrimônio foi adquirido?

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Documentos e rastro financeiro

O que contratos, registros, extratos e movimentações conseguem demonstrar?

A conclusão não vem de uma regra automática de “dividir tudo por dois”, mas da leitura conjunta desses elementos.

O que realmente define a partilha

Patrimônio não é uma lista. É uma história.

Imóveis financiados

Valor pago antes e durante a relação, saldo devedor e origem dos recursos podem importar.

 

Empresas e quotas

Titularidade formal, momento da constituição e evolução patrimonial exigem análise própria.

Investimentos

Aplicações, aportes e movimentações precisam ser compreendidos dentro da história financeira do casal.

Heranças e doações

A origem do bem e a forma como ele foi administrado podem ser relevantes.

Bens anteriores ao casamento

Ter sido adquirido antes é um dado importante, mas a documentação continua sendo essencial.

Dívidas

Nem toda dívida é analisada da mesma forma: finalidade, momento e benefício para a família podem pesar.

O que realmente define a partilha

Patrimônio se divide. A relação com os filhos continua.

Quando existem filhos, guarda, convivência e alimentos precisam ser definidos a partir da realidade da família. Essas questões se conectam ao divórcio, mas não devem ser tratadas como extensão da disputa patrimonial.

Antes de negociar

Você precisa saber qual é a sua posição.

Antes de negociar qualquer proposta, você precisa entender o que é seu, o que pode ser dividido e onde realmente existe espaço para concessão.

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O que pode ficar fora da partilha

Bens e recursos que, conforme o regime, a origem e as circunstâncias, podem não integrar a divisão.

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O que efetivamente pode ser dividido

De onde veio o bem ou o recurso usado para adquiri-lo?

03

O que ainda precisa ser esclarecido

Empresas, imóveis financiados, investimentos, movimentações e outros pontos que dependem de reconstrução patrimonial.

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Documentos e rastro financeiro

Só depois de compreender sua posição é possível negociar sobre o que tem que permanecer com você, e do que você pode abrir mão.

Você pode decidir ceder.Mas primeiro precisa saber do que está abrindo mão.

Antes de assinar

Um acordo rápido não é necessariamente um bom acordo.

Encerrar o conflito pode ser importante. Mas aceitar uma proposta sem compreender o efeito patrimonial e financeiro do que está sendo definido pode produzir consequências por muitos anos.

Quem vai cuidar do seu caso

Dr. Fellipe Klen

Advogado responsável pela área de Direito das Famílias da Giacaglia Advogados.

 

Seu caso é conduzido diretamente pelo responsável pela área, não por um atendente. O trabalho parte da compreensão do que está efetivamente em discussão: patrimônio, acordo, obrigações futuras e, quando houver filhos, as questões familiares que também precisarão ser organizadas.

 

Mais do que acelerar um divórcio, a proposta é evitar que decisões importantes sejam tomadas sem que o cliente compreenda seus efeitos patrimoniais e financeiros.

Perguntas frequentes

Antes de decidir, tire suas dúvidas

Não necessariamente. O regime de bens, a origem e o momento de aquisição do patrimônio, além de situações específicas previstas em lei, podem alterar o que efetivamente entra na partilha.

Depende do regime de bens e das circunstâncias do patrimônio. A data de aquisição e a documentação que demonstra sua origem são pontos relevantes para a análise.

Empresas e participações societárias exigem análise própria. Momento da constituição, regime de bens, evolução patrimonial e estrutura societária podem ser relevantes.

A saída do imóvel, por si só, não resolve nem define automaticamente a partilha. Como cada situação familiar tem consequências práticas próprias, é recomendável compreender o contexto antes de decisões importantes.

Sim. Antes de aceitar, é importante compreender quais direitos, obrigações e efeitos patrimoniais estão sendo definidos, especialmente porque algumas consequências podem se prolongar por anos.

Sim. O escritório atende presencialmente nas unidades de São Paulo e Santo André e também de forma online, conforme a preferência e a necessidade de cada caso.

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