
Nem tudo entra automaticamente na partilha. Regime de bens, origem do patrimônio, momento da aquisição e documentos podem mudar o que é dividido, e o que pode ficar de fora.
Imóveis:
antes e durante o casamento
Empresa:
quotas, crescimento e participação
Investimentos:
aportes, origem e titularidade
As perguntas que aparecem primeiro
“Vou perder metade de tudo?” é uma pergunta compreensível. Mas, antes de respondê-la, é preciso saber exatamente o que é esse “tudo”.
Quais são os bens que vão entrar na partilha?
Como fica a minha empresa no divórcio?
Meu imóvel financiado não entra? Nem terminei de pagar ainda
Será que não estou perdendo aceitando esse acordo?
A virada de percepção
No divórcio, não basta olhar para o que está no nome de cada um. É preciso entender qual regime de bens se aplica, de onde veio o patrimônio, quando ele foi adquirido e o que pode ser comprovado.
O que realmente define a partilha
O regime de bens é apenas o ponto de partida. Para compreender o que realmente pode entrar na divisão, é preciso reconstruir a história de cada bem e o que pode ser demonstrado.
Qual regra patrimonial se aplica à relação?
De onde veio o bem ou o recurso usado para adquiri-lo?
Quando e em qual contexto o patrimônio foi adquirido?
O que contratos, registros, extratos e movimentações conseguem demonstrar?
O que realmente define a partilha
Valor pago antes e durante a relação, saldo devedor e origem dos recursos podem importar.
Titularidade formal, momento da constituição e evolução patrimonial exigem análise própria.
Aplicações, aportes e movimentações precisam ser compreendidos dentro da história financeira do casal.
A origem do bem e a forma como ele foi administrado podem ser relevantes.
Ter sido adquirido antes é um dado importante, mas a documentação continua sendo essencial.
Nem toda dívida é analisada da mesma forma: finalidade, momento e benefício para a família podem pesar.
O que realmente define a partilha
Quando existem filhos, guarda, convivência e alimentos precisam ser definidos a partir da realidade da família. Essas questões se conectam ao divórcio, mas não devem ser tratadas como extensão da disputa patrimonial.
Antes de negociar
Antes de negociar qualquer proposta, você precisa entender o que é seu, o que pode ser dividido e onde realmente existe espaço para concessão.
Bens e recursos que, conforme o regime, a origem e as circunstâncias, podem não integrar a divisão.
De onde veio o bem ou o recurso usado para adquiri-lo?
Empresas, imóveis financiados, investimentos, movimentações e outros pontos que dependem de reconstrução patrimonial.
Só depois de compreender sua posição é possível negociar sobre o que tem que permanecer com você, e do que você pode abrir mão.
Antes de assinar
Encerrar o conflito pode ser importante. Mas aceitar uma proposta sem compreender o efeito patrimonial e financeiro do que está sendo definido pode produzir consequências por muitos anos.
Quem vai cuidar do seu caso
Advogado responsável pela área de Direito das Famílias da Giacaglia Advogados.
Seu caso é conduzido diretamente pelo responsável pela área, não por um atendente. O trabalho parte da compreensão do que está efetivamente em discussão: patrimônio, acordo, obrigações futuras e, quando houver filhos, as questões familiares que também precisarão ser organizadas.
Mais do que acelerar um divórcio, a proposta é evitar que decisões importantes sejam tomadas sem que o cliente compreenda seus efeitos patrimoniais e financeiros.

Perguntas frequentes
Não necessariamente. O regime de bens, a origem e o momento de aquisição do patrimônio, além de situações específicas previstas em lei, podem alterar o que efetivamente entra na partilha.
Depende do regime de bens e das circunstâncias do patrimônio. A data de aquisição e a documentação que demonstra sua origem são pontos relevantes para a análise.
Empresas e participações societárias exigem análise própria. Momento da constituição, regime de bens, evolução patrimonial e estrutura societária podem ser relevantes.
A saída do imóvel, por si só, não resolve nem define automaticamente a partilha. Como cada situação familiar tem consequências práticas próprias, é recomendável compreender o contexto antes de decisões importantes.
Sim. Antes de aceitar, é importante compreender quais direitos, obrigações e efeitos patrimoniais estão sendo definidos, especialmente porque algumas consequências podem se prolongar por anos.
Sim. O escritório atende presencialmente nas unidades de São Paulo e Santo André e também de forma online, conforme a preferência e a necessidade de cada caso.
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